(in Diário Íntimo da Palavra, Nei Leandro de Castro. Foto Sandra Porteous)
sábado, 31 de janeiro de 2009
Solo
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Depois do gozo

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
O rio e as ruas
sábado, 17 de janeiro de 2009
Sonhos de Einstein
É impossível caminhar por uma avenida, conversar com um amigo, entrar em um edifício, relaxar sob os arcos de arenito de uma velha arcada, sem ver um instrumento de medição do tempo. O tempo é visível em todos os lugares. Torres de relógio, relógios de pulso, sinos de igreja, dividem os anos em meses, os meses em dias,os dias em horas, as horas em segundos, cada incremento de tempo marchando atrás do outro em perfeita sucessão. E, além de qualquer relógio específico, uma vasta plataforma de tempo, que se estende por todo o universo, estabelece a lei do tempo igualmente para todos. Neste mundo, um segundo é um segundo é um segundo. O tempo avança com exuberante regularidade, com exatamente a mesma velocidade em todos os cantos do espaço. O tempo é um soberano infinito. O tempo é absoluto.
(in Sonhos de Einstein, Alan Lightman. Foto de Sandra Porteous)